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As pedras de Setúbal e a democracia

A imprensa, pretensamente imparcial, julga de maneira dictatorial e sem direito ao contraditório a todo àquele que ouse desafiar aquilo que entende por democracia, religião, sociedade… sim, aquilo que entende, pois há um conceito fixado sobre o tema “democracia”, que não admite ser contrariado, pelos construtores da opinião pública, podemos dizer, um conceito inquisitorial sobre democracia, que não admite contradição, o que o faz, essencialmente, antidemocrático.

O dia de ontem, em Setúbal, trouxe a lume, o quanto é perigoso contrariar o conceito dictatorial de “democracia”; assim como em outros países, notadamente o Brasil, onde o candidato à presidência e actual Presidente, Jair Bolsonaro, fora esfaqueado em plena campanha eleitoral, o deputado e candidato à Presidente de Portugal, André Ventura, foi alvo de pedradas por parte de um pequeno grupo de opositores, que, possivelmente, se auto consideram democráticos, quando realizava campanha eleitoral, naquela cidade

A grande imprensa, pronta a condenar, como falávamos na introdução deste artigo, tudo o que considera alheio ao conceito que se lhe é imposto, sobre “democracia”, normalmente chama de “extrema-direita”, a quem foge ao padrão de uma linguagem “progressista” ou “multicultural”, porém quase nunca chama extrema-esquerda a quem participa de actos como os deste lamentável episódio ocorrido em Setúbal.

Portanto a linguagem corrente dos “média”, anti-extremos, só é realmente utilizada quando este extremo se lhes parece mais à direita ?

Por Heitor Buchaul

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