Não nascidos reconhecem e memorizam a voz dos pais, revelam pesquisas

 Uma criança de apenas 30 semanas de gestação é capaz de memorizar, constataram cientistas do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia do Centro Médico da Universidade de Maastricht e do Centro Médico São Radboud, da Holanda.

 O trabalho analisou 100 mulheres grávidas em boa saúde com ajuda de métodos de delicada estimulação sensorial, noticiou o diário “The Washington Times”.

“Mais ainda, os resultado apontam que as criançass com 34 semanas são capazes de guardar a informaçao e recuperá-la poucas semanas depois”, diz o relatório final. Os cientistas constatarm que o não nascido de 34-36 semanas já está familiarizado com os ruidos fora do ventre materno.

“Cada diz nós encontramos maravilhosas coisas novas a respeito do desenvolvimento da criança não-nascida. Esperamos que estas últimas informações ajudem as pessoas a perceber mais claramente que os não-nascidos são membros da família humana com surpreendentes capacidades como a de memorizar, já contidas nelas no momento da concepção”, disse Randall K. O’Bannon, diretor de educação e pesquisa do National Right to Life Educational Trust Fund.

A redação do “The Washington Times” tentou contatar a grande ONG abortista “NARAL Pro-Choice America” para comentar as implicações da descoberta, mas nenhum representante quis responder.

O relatório da pesquisa foi publicado pela revista médica “Child Development”. O Press Release pode ser descarregado aqui.

 
A mesma equipe concluiu que o feto reconhece a voz do pai. Se o pai tenta falar perto do não-nascido, depois de nascer ele reconhecerá a voz do progenitor

Em 2003, psicólogos e obstetras da Universidade de Queen, Canada constataram que as crianças não-nascidas preferem ouvir a voz da mãe antes e depois de nascer.

O ritmo da atividade cardíaca dos fetos aumenta quando ouvem a voz da mãe lendo um poema, mas diminui quando ouvem uma voz desconhecida. O fato evidenciaria capacidade “de prestar atenção, memorizar e apreender por parte do feto” disse Barbara Kisilevsky, professora que coordenou a pesquisa. 

 

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