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O vídeo pro-vida que está abalando EUA e Canadá

 

 Ela é uma mocinha. É canadense, tem 12 anos e seu nome é Lia.

Sua escola em Toronto propôs um trabalho competição para os estudantes: fazer um vídeo em casa. E ela ganhou o primeiro lugar.

Porém, suscitou uma “controvérsia assombrosa”. Pois ela escolheu o tema do aborto. E o fez com uma desenvoltura e uma precisão de conceitos pela vida que é de deixar pasmo.

O seu trabalho já foi visionado mais de 200.000 vezes, (874.571 no momento que escrevemos. Pode ser ainda visto em Youtube (em inglês, mas com direito a legendas em português). (Obs.: se v. estiver logado em outra língua que não for inglês, precisa sair).

Ela começou com clareza dizendo: “o que é que você acharia se te dizem agora que alguém está “decidindo” se v. vai viver ou morrer?

“Meus caros alunos e professores, milhares de crianças estão exatamente agora nessa situação. Alguém está decidindo ‒ e sem sequer conhecê-las ‒ sua vida ou sua morte. Esse alguém é mãe deles. E a ‘escolha’ é o aborto”.

Lia escolheu o tema contra a opinião da mãe, como esta contou. A professora era uma feminista abortista (pelo direito de decidir), mas teve que ceder diante da convicção pura e corajosa da aluna.

O painel de juízes da escola não queria aceitar o tema. Até um dos juízes abandonou a sala em ato de protesta e apresentou renúncia.

Lia não arredou. É verdade que tinha o apoio entusiasta e unânime dos alunos e muitos professores. Afinal o seu trabalho foi considerado.

Ela acabou levando o primeiro prêmio, fato que a qualifica para entrar no concurso regional.

A professora abortista, reconheceu que “Lia me fez refletir verdadeiramente”.

“Bem-aventurados os que têm fome e sede de Justiça”; “Bem-aventurados os corações puros!”; “Se vós não anunciardes a verdade eu farei falar as pedras!”; “Se vós não vos tornardes como estas crianças, vós não entrareis no Reino dos Céus!”

Ensinamentos divinos como estes vieram à cabeça de inúmeras pessoas que viram o vídeo . E realmente não fica muito mais para dizer. Outras fontes: LifeSiteNews;Catholic onlineForum Catholique (em francês).

Entrementes, cabe uma pergunta: o que é que houve que na geração dos pais ‒ e até avós ‒ de Lia, o fato de ser abortista fazia bonito e agora nas novas gerações causa horror?

Em poucas décadas, o mundo virou de ponta cabeça.

Já não são as aliás bem envelhecidas “Católicas pelo Direito de Decidir”, lideradas por uma ex-freira, que representam as tendências com futuro.

Nem quando são apoiadas astutamente por algum que outro teólogo pífio ou algum padre progressista

 

86% dos americanos querem restringir o aborto

86% dos americanos querem restringir significativamente o aborto revelou a enquete Moral Compassencomendada pelosCavaleiros de Colombo e o Instituto Marista.

Os números refletem os resultados de pesquisas análogas.

O 79% apóia a objeção de consciência para os trabalhadores da saúde que não querem participar em um aborto.

69% acha que é apropriado que os líderes religiosos se pronunciem sobre o assunto, e 59% pensa que esses líderes devem desempenhar um papel central na polêmica sobre o massacre dos inocentes, informou LifeSiteNews.

Não nascidos reconhecem e memorizam a voz dos pais, revelam pesquisas

 Uma criança de apenas 30 semanas de gestação é capaz de memorizar, constataram cientistas do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia do Centro Médico da Universidade de Maastricht e do Centro Médico São Radboud, da Holanda.

 O trabalho analisou 100 mulheres grávidas em boa saúde com ajuda de métodos de delicada estimulação sensorial, noticiou o diário “The Washington Times”.

“Mais ainda, os resultado apontam que as criançass com 34 semanas são capazes de guardar a informaçao e recuperá-la poucas semanas depois”, diz o relatório final. Os cientistas constatarm que o não nascido de 34-36 semanas já está familiarizado com os ruidos fora do ventre materno.

“Cada diz nós encontramos maravilhosas coisas novas a respeito do desenvolvimento da criança não-nascida. Esperamos que estas últimas informações ajudem as pessoas a perceber mais claramente que os não-nascidos são membros da família humana com surpreendentes capacidades como a de memorizar, já contidas nelas no momento da concepção”, disse Randall K. O’Bannon, diretor de educação e pesquisa do National Right to Life Educational Trust Fund.

A redação do “The Washington Times” tentou contatar a grande ONG abortista “NARAL Pro-Choice America” para comentar as implicações da descoberta, mas nenhum representante quis responder.

O relatório da pesquisa foi publicado pela revista médica “Child Development”. O Press Release pode ser descarregado aqui.

 
A mesma equipe concluiu que o feto reconhece a voz do pai. Se o pai tenta falar perto do não-nascido, depois de nascer ele reconhecerá a voz do progenitor

Em 2003, psicólogos e obstetras da Universidade de Queen, Canada constataram que as crianças não-nascidas preferem ouvir a voz da mãe antes e depois de nascer.

O ritmo da atividade cardíaca dos fetos aumenta quando ouvem a voz da mãe lendo um poema, mas diminui quando ouvem uma voz desconhecida. O fato evidenciaria capacidade “de prestar atenção, memorizar e apreender por parte do feto” disse Barbara Kisilevsky, professora que coordenou a pesquisa. 

 

Mãe e bebê mortos ressuscitam no “milagre de Natal”

  

Tracy Hermanstorfer beijava seu filho recém-nascido, Coltyn, na conferência de imprensa, em 28 de dezembro de 2009 no Memorial Hospital, em Colorado Springs. 

 

    O fato é que na noite de Natal os dois foram declarados mortos pelos médicos do hospital. 

  

    Mike, o marido, segurava a mão dela quando começaram os trabalhos de parto no hospital. Mas, inesperadamente, ela deixou de respirar. De acordo com os médicos, o coração de Tracy parou e os sinais vitais cessaram. 

    A reação imediata dos médicos foi salvar o bebê. Fizeram então uma cesariana. Mas, foi inútil: a criança também não dava sinais de vida. 

    Os médicos passaram o cadáver do recém-nascido para Mike que embalou o corpo flácido e sem vida, enquanto os médicos tentaram durante vários minutos, sem sucesso, ressuscitar a mãe.

    O drama teve um desenvolvimento inesperado, mas digno de um conto de Natal. Após de segurar demoradamente em seus braços o corpinho inerte do bebê, este começou a dar sinais de vida sob o olhar dos médicos.

    Logo a seguir, sua esposa inexplicavelmente voltou a respirar novamente. 

    “Me tremiam as pernas”, disse Hermanstorfer na conferência de imprensa. “Eu tinha perdido tudo no mundo, e numa hora e meia eu tinha recuperado tudo”. 

    Segundo a Dra. Stephanie Martin, ginecologa do Memorial Hospital, de Colorado Springs, a mãe “não dava mais sinais de vida. Não havia batimento cardíaco, nem pressão arterial, ela não respirava mais”, noticiou “The Huffington Post”. “Ela tinha uma cor cinza como sua blusa”, acrescentou à uma TV.(ver vídeos embaixo)

    Depois da recuperação surpreendente, a mãe e o bebê, chamado Coltyn, passam bem, e não têm sinais de problemas, disse a Dra. Martin. A médica acrescentou não poder explicar a recuperação da mãe após a parada cardíaca. 

    “Fizemos uma avaliação exaustiva e não conseguimos encontrar nada que explique por que isso aconteceu”, disse a doutora. 

     O pai, Mike Hermanstorfer, atribui o fato “à mão de Deus”. “Nós temos fé… mas se houver alguém sem fé, precisará me explicar como isso aconteceu. Não há outra explicação”, enfatizou. 

    O casal concedeu já mais de duas dúzias de entrevistas à imprensa, informou o site local Colorado Connection. Tracy só notou ter perdido a consciência, mas não lembra de nada, mostra-se com muita saúde e muito comunicativa. Mike que acompanhou o caso está profundamente impressionado. 

    O fato ‒ além de um eventual conteúdo sobrenatural ‒ pôs mais uma vez em destaque os profundos e misteriosos relacionamentos entre as vidas da mãe e do filho. 

     E, por contraste, ressaltou o caráter monstruoso ‒ quase se diria satânico ‒ do aborto procurado em que a mãe participa do assassinato do próprio filho.

Cobertura da Associated Press:

 

ABCNews:

CBS:

 

Diretora de “clínica da morte” renuncia após ver vídeo de aborto

“Quando vi, só pensei que não podia fazer mais isso. Eu não queria carregar essa culpa no coração. Passei por uma conversão espiritual”.

Abby Johnson, diretora da clínica de aborto da Planned Parenthood no Texas (EUA), renunciou após certificar-se do assassinato de uma criança no seio materno, por meio de aborto quando assistia um vídeo elaborado com ultrassom: 

 

A ex-diretora aderiu à associação pró-vida Coalition for Life, informouLifeSiteNews

Shawn Carney, diretor do grupo, declarou: “Isto é de longe a coisa mais incrível que aconteceu à ‘Coalition for Life’ em toda sua história… graças a Deus!”. 

David Bereit, diretor nacional da campanha 40 Days for Life, afirmou que a conversão de Abby “demonstra a importância das orações e de uma presença ativa diante das clínicas de aborto”. 

A Planned Parenthood está fechando clínicas, por falta de “clientes” e dinheiro, sobretudo onde há campanhas como 40 Days for Life.