Centenas de muçulmanos recebem o baptismo católico em França

Mais de 4.258 adultos – 40% a mais que no ano passado – receberam o baptismo na
Igreja Católica em França na vigília da Páscoa.
Entre esses havia 280 pessoas que renunciaram ao islamismo, um número que está
crescendo nos últimos anos, segundo a Conferência Episcopal da França (CEF) citada
pelo “Times of Israel”.
Na vigília da Páscoa se celebra a Missa da Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo
em que tradicionalmente é dado o baptismo aos catecúmenos.
Perto de 60% dos adultos tinha entre 18 e 35 anos. 53% provinha de famílias de tradição
cristã. 22% até a conversão se diziam “sem religião”, ou ateus. O número dessas
conversões aumentou 35% nos últimos dez anos.
Os dados foram comunicados à agência “France Press” pelo Pe. Vincent Feroldi,
director do Serviço Nacional para as Relações com os Muçulmanos da CEF, quem
destacou que “até 2016, o número desses casos estava sempre abaixo de 200”.
O responsável destacou que os migrantes muçulmanos chegam de países onde não há
liberdade religiosa e que em França dão o passo e se convertem por um “encontro
pessoal com Jesus Cristo”.
A renúncia do Islão é problemática, pois o Corão a condena como apostasia intolerável
merecedora da morte aplicável imediatamente e sem julgamento pelo primeiro que
puder.
Muitos pedem que o baptismo seja feito “com certa discrição” e fora das festas da
Páscoa para não serem vistos. Por isso o número anual total de baptismos de ex-
maometanos é assaz superior.

(Fonte: luzes de Esperança)

FÁTIMA — Algumas frases para reflexão

Imagem Milagrosa de Nossa Senhora de Fátima
Por Agência Boa Imprensa -13 de Maio de 2018

Hoje celebramos o 101º aniversário da primeira aparição de Nossa Senhora aos três pastorinhos de Fátima, no dia 13 de Maio de 1917, seguem algumas frases para reflectirmos neste dia a respeito do tema do castigo providencial por Ela anunciado.

“Se os homens não se emendarem, Nossa Senhora enviará ao mundo um castigo
como não se viu igual”

(Santa Jacinta de Fátima)

“O que podemos fazer para evitar o castigo anunciado em Fátima, na ténue medida em que ele é evitável? O que podemos fazer para obter a conversão dos homens, na fraca medida em que ela ainda possa ser obtida antes do castigo, dentro da economia comum da graça? O que podemos fazer para apressar a aurora bendita do Reino de Maria, e para nos ajudar a caminhar no meio das hecatombes que tão gravemente nos ameaçam? Nossa Senhora o indica: afervoramento na devoção a Ela, oração e penitência”

(Plinio Corrêa de Oliveira)

“O Senhor castiga misericordiosamente os filhos que erram. Perseverai, pois, na sua disciplina. Se Deus vos poupa o castigo e a correcção, temei que vos reserve para o suplício”

(Bossuet)

“Não haverá iniquidade que não tenha o seu castigo apropriado”

(Tomás de Kempis)

“O tempo que precede o castigo esperado é a pior parte desse castigo”

(Séneca)

Em Áustria, “quando os sinos vão para Roma”, as matracas começam a soar

Viena – Na cerimónia de Quinta-feira Santa, a Igreja silencia os sinos até que eles voltem novamente a soar no “Glória” da Missa de sábado de Aleluia. Durante este período, em Áustria, costuma-se dizer às crianças “que os sinos foram para Roma”.

Inicia-se então uma cerimónia muito interessante, que tem sua origem numa tradição da Idade Média. São os acólitos em idade bem jovem que saem às ruas com um tipo especial de matraca para anunciar o Angelus e as horas dos ofícios divinos [foto ao lado].

Quando se trata do Angelus, as crianças proclamam a hora que todo cristão deve rezar: “Ajoelhai, ajoelhai e rezai um Pai Nosso e três Ave-Marias!”. Quando é a hora da Missa, eles dizem ao primeiro toque: “Preparem-se”; ao segundo toque: “vistam-se”; ao terceiro: “sigam-nos”. E então todos devem seguir as crianças.

Estas podem também passar em horários diferentes, para recordar que é um momento triste da História em que Nosso Senhor Jesus Cristo morreu por nós e que por isso se deve rezar. As crianças tocam as campainhas e recitam orações. Em troca, a pessoa visitada é convidada a fazer uma doação para a Paróquia e dar doces às crianças, que só poderão ser comidos depois da Missa de Páscoa

As matracas [alguns exemplares ao lado], confeccionadas em geral só com madeira, podem ser de diversos tipos e tamanhos. Elas têm manivelas e rodas, ou um pivô em torno do qual são accionadas. Há imaginação para tudo.

Ao contrário dos sinos, que têm um som alegre, as matracas marcam com seu som estridente e triste a tristeza do momento. É a Igreja, que nos propõe que meditemos no momento doloroso da Paixão de Nosso Senhor, em que Ele foi traído, vendido, flagelado, maltratado e depois pregado na cruz entre dois vulgares ladrões.

Mas há também a esperança de que “os sinos voltem de Roma” e comecem de novo a soar depois da Ressurreição.

São as várias facetas da Semana Santa.

História de Nossa Senhora da Nazaré

Nossa Senhora da Nazaré surge de uma antiga tradição cristã do primeiro século, que conta que o próprio São José esculpiu uma imagem de Maria em madeira, em Nazaré na Galileia e que São Lucas Evangelista a pintou.

Mais tarde, a imagem foi levada para o mosteiro de Cauliniana, na Espanha.

Depois, já no século VI, no ano de 711, foi trazida para Portugal.

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Nuno Álvares Pereira, Condestável de Portugal, guerreiro e santo

Nascido em 1360, no Castelo de Sernache de Bonjardim, filho de um dos mais ilustres senhores do reino, D. Álvaro Gonçalves Pereira, Prior da Ordem Militar dos Hospitalários, teve D. Nuno a educação militar dos nobres.

Aos 16 anos casou-se com D. Leonor de Alvim, muito virtuosa e tida como a mais rica herdeira do reino.

Tiveram três filhos: dois meninos, que morreram cedo, e uma menina, D. Beatriz, que foi tronco da Casa de Bragança.

Porém Nuno não se satisfazia com ser pacato castelão. Lembrava-se do dia em que fora armado cavaleiro, dos juramentos solenes que fizera, e perguntava a si mesmo:

“Passarei toda a vida assim? Para isto recebi tão solenemente a espada, sobre a qual fiz tão sérias promessas?”

O Rei D. Fernando, o formoso, entregara grande parte do reino ao invasor castelhano, sem qualquer resistência; homem apático, mole, desfibrado, mereceu de Camões o severo juízo: “um fraco rei faz fraca a forte gente”.

E havia também o “grande desvario”: Fernando ousara colocar no trono de Sta. Izabel, como Rainha de Portugal, a legítima esposa de um fidalgo que exilara — D. Leonor Teles, “a aleivosa”. Continue reading

Tomar: reduto dos templários em desgraça (I)

A Cavalaria, que um autor francês chamou de “a mais bela aventura da História”, é fruto do amor de Deus numa época em que sociedades inteiras moviam-se em conformidade com os 10 Mandamentos e as leis da Igreja.

São Miguel Arcanjo, príncipe da milícia celeste, é o patrono da Cavalaria.

Enquanto instituição, ela nasceu das relações feudais, pelas quais os homens se apoiavam mutuamente para defender-se ante as freqüentes invasões bárbaras.

Essa confiança mútua baseava-se na noção de honra lastrada na caridade cristã.

Dentre as mais célebres ordens de cavalaria destaca-se a dos Templários, criada em 1119 na Cidade Santa por cavaleiros francos. Seu nome liga-se ao Templo de Salomão.

Sua divisa era: “Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini Tuo da gloriam” (Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso Nome dai glória).

Faziam o voto de não recuar nas batalhas. Por isso eram terríveis e temíveis, impondo profundo respeito aos inimigos.

* * *

Com exceção das duas primeiras cruzadas, as sucessivas foram muitas vezes marcadas por desastres, devido às misérias humanas: cobiça, intriga, vanglória, etc.

Com o fim do Reino franco de Jerusalém, as ordens de cavalaria refluíram para a Europa. A dos Templários foi das mais prósperas, chegando a possuir, só na França, cerca de 9.000 commanderies (espécies de fazendas fortificadas).

Seu patrimônio, adquirido mediante doações, era imenso. Mas seu ideal infelizmente já entrara em decadência.

No começo do século XIV, era rei de França Filipe IV, o Belo — homem de espírito revolucionário, oposto ao de seu avô São Luís IX.

Em disputa com o Papa Bonifácio VIII, mandou esbofeteá-lo em Anagni, o que provocou a morte do Pontífice por desgosto, pouco depois, em 1303.

Em 1305, subia ao trono de São Pedro o francês Bertrand de Got, com o nome de Clemente V.

Sensível às instâncias do rei francês, o novo Papa mandou fechar, em 1312, a Ordem do Templo, baseado em acusações graves e obscuras, que até hoje a História não desvendou cabalmente. E a coroa francesa apossou-se dos bens da Ordem.

W. Gabriel da Silva

Vídeo: Lourdes: bênção final da procissão das velas

Na noite, o ar dos Pirineus apresenta uma pureza extraordinária.

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Imaculada Conceição: a grande confirmação das aparições de Lourdes

O 8 de dezembro é uma das grandes datas do santuário de Lourdes.

É a festa da Imaculada Conceição, que está no cerne da devoção a Nossa Senhora de Lourdes.

Nossa Senhora ali apareceu a 11 de fevereiro de 1858 ― a máxima festa de Lourdes ― para confirmar esse dogma, proclamado solenemente alguns anos antes pelo Bem-aventurado Papa Pio IX, para entusiasmo da Cristandade e humilhação da iniquidade anti-católica.

Uma procissão excepcional é organizada para as 21:00 horas.

Ninguém falta a ela e o cortejo com velas se põe em marcha, saindo da Gruta sagrada, percorrendo toda a esplanada e culminando ao chegar diante das basílicas.

As Ave-Marias são rezadas nas línguas dos grupos mais numerosos.

Após cada mistério, canta-se o bem conhecido hino Ave, Ave, Ave Maria, cuja letra difere, nas diversas línguas.

Mas na hora do estribilho Ave, Ave, Ave Maria, a multidão estremece erguendo as velas em uníssono.

Naquele momento, dir-se-ia que a obra da Santíssima Virgem nos corações apaga os efeitos da maldição da torre de Babel.

Após a bênção final, o pequeno número de eclesiásticos presentes tem dificuldade para conter o entusiasmo da multidão que quer tocar a piedosa imagem que preside a procissão.

Abandonou a fama da TV para ser mãe

 

Por que Maria Mariana preferiu casamento e filhos à “fama” da TV e do teatro


     A escritora Maria Mariana escandalizou o feminismo, que, aliás, anda bem na mídia, mas mal na vida real. Maria Mariana abandonou a fama do teatro e da TV para ser mãe de quatro filhos. Agora lançou o livro “Confissões de mãe”.

    Em entrevista à revista   “Época”  explicou que “o fato de eu adorar ser mãe” lhe rendeu muitas qualidades.

    Ela explicou por que se desinteressou pela “fama”: “Eu sonhava com uma enorme mesa de família com aquela macarronada no domingo. Eu queria mudar de degrau, mudar de história.”

    Ela elogia o parto normal porque predispõe a ser uma “mãe melhor. Todos falam do nascimento do bebê, mas esquecem que a mãe também nasce naquela hora”.

    “Amamentar não é um detalhe, diz ela, é para a mãe que merece. Há mulheres que passam nove meses no shopping, comprando roupinhas, aí depois marcam a cesárea e pronto. Aí sabe o que acontece? Elas têm depressão pós-parto.”

    Para espanto das decadentes feministas hodiernas, ela continuou: “Não acredito na igualdade entre homens e mulheres. O homem tem uma função no mundo e a mulher tem outra. Homem e mulher estão no mesmo barco, no mesmo mar.

    “Há ondas, tempestades, maremotos. Alguém precisa estar com o leme na mão. Os dois, não dá.

    “Deus preparou o homem para estar com o leme na mão. Porque ele é mais forte, tem raciocínio mais frio. A mulher tem mais capacidade de olhar em volta, ver o todo e desenvolver a sensibilidade para aconselhar.

“A mulher pode dirigir tudo, mas o lugar dela não é com o leme.”

Os católicos resistem na China comunista

 

China: enfrentamento católico à perseguição comunista

O Padre Giovanni Battista Luo foi preso pela polícia chinesa na diocese de Mindong (Fujian), junto com seis outros sacerdotes jovens, pelo “crime” de organizar um acampamento para 300 estudantes universitários pertencentes à Igreja Católica – dita “clandestina”, porque não obedece à cismática “Igreja Patriótica”, que é uma caricatura criada pelo Partido Comunista. A polícia invadiu o acampamento e ordenou seu fechamento, mas os sacerdotes recusaram-se a obedecer. Os religiosos deram liberdade para os estudantes voltarem às suas casas, mas só 20 deles o fizeram. A polícia ficou impressionada, e na ocasião não ousou prender ninguém. Por fim, em março o Pe. Luo foi encarcerado num “hotel” (prisão dissimulada) de Fuan. Ele havia declarado estar “pronto para ir à prisão”, e que estava “orgulhoso de ser um sacerdote católico, desejoso de professar a fé até com os atos”. E acrescentou:“Serei feliz se puder servir de testemunha de Cristo e imitar o exemplo de tantos santos mártires”.