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Os católicos resistem na China comunista

 

China: enfrentamento católico à perseguição comunista

O Padre Giovanni Battista Luo foi preso pela polícia chinesa na diocese de Mindong (Fujian), junto com seis outros sacerdotes jovens, pelo “crime” de organizar um acampamento para 300 estudantes universitários pertencentes à Igreja Católica – dita “clandestina”, porque não obedece à cismática “Igreja Patriótica”, que é uma caricatura criada pelo Partido Comunista. A polícia invadiu o acampamento e ordenou seu fechamento, mas os sacerdotes recusaram-se a obedecer. Os religiosos deram liberdade para os estudantes voltarem às suas casas, mas só 20 deles o fizeram. A polícia ficou impressionada, e na ocasião não ousou prender ninguém. Por fim, em março o Pe. Luo foi encarcerado num “hotel” (prisão dissimulada) de Fuan. Ele havia declarado estar “pronto para ir à prisão”, e que estava “orgulhoso de ser um sacerdote católico, desejoso de professar a fé até com os atos”. E acrescentou:“Serei feliz se puder servir de testemunha de Cristo e imitar o exemplo de tantos santos mártires”.

 

Heróica resistência dos católicos na China

 

 Heróica resistência dos católicos na China

 

  Em mais um ato público de fé e resistência ao regime comunista, 5.000 católicos chineses desafiaram a neve, o intenso frio (30ºC abaixo de zero) e a polícia, para dar digna sepultura a Mons. Leo Yao Liang, bispo coadjutor de Xiwanzi.

    O bispo anti-comunista passou 30 anos na prisão, por recusar a Associação Patriótica (igreja cismática submissa ao regime marxista). 

   Desde 2006 a polícia manteve-o seqüestrado por causa do mesmo “crime”.

 

As autoridades comunistas proibiram que ele fosse tratado como bispo, mas no momento da sepultura os fiéis inseriram clandestinamente as insígnias episcopais no caixão. 

     A agência AsiaNews, uma das raras fontes que conseguiu furar o bloqueio das informações feito pela ditadura socialista, lamentou que os fiéis não recebessem nenhuma mensagem de condolências do Vaticano, e que o jornal vaticano “L’Osservatore Romano” não publicasse em tempo uma necrologia do heróico mártir.

Coréia do Norte é o pior perseguidor dos cristãos…

 

Coréia do Norte é o pior perseguidor dos cristãos, diz coalizão pelos direitos humanos

 

 Na comunista Coréia do Norte as execuções de cristãos estão aumentando, noticiou a agência Zenit. Alguns dos martírios foram praticados de público, mas a diplomacia ocidental finge não perceber.

A BBC informou que Ri Hyon-ok, 33, mãe de três filhos, foi enviada com marido e filhos a um campo de concentração pelo “crime” de distribuir bíblias. Por fim foi supliciada na cidade de Ryongchon.

A Coréia do Norte é o pior perseguidor dos cristãos avaliou a organização Open Doors Watch. É um inglório título muito difícil de conseguir postas as violências anticristãs nos países islâmicos e socialistas.

Acredita-se que nos campos de concentração norte-coreanos haja dezenas de milhares de cristãos, diz Open Doors. Há igrejas abertas na capital Pyongyang “para inglês ver”. A pesar da perseguição, por volta de trinta mil norte-coreanos praticam o cristianismo no segredo dos seus lares.

 

O vídeo pro-vida que está abalando EUA e Canadá

 

 Ela é uma mocinha. É canadense, tem 12 anos e seu nome é Lia.

Sua escola em Toronto propôs um trabalho competição para os estudantes: fazer um vídeo em casa. E ela ganhou o primeiro lugar.

Porém, suscitou uma “controvérsia assombrosa”. Pois ela escolheu o tema do aborto. E o fez com uma desenvoltura e uma precisão de conceitos pela vida que é de deixar pasmo.

O seu trabalho já foi visionado mais de 200.000 vezes, (874.571 no momento que escrevemos. Pode ser ainda visto em Youtube (em inglês, mas com direito a legendas em português). (Obs.: se v. estiver logado em outra língua que não for inglês, precisa sair).

Ela começou com clareza dizendo: “o que é que você acharia se te dizem agora que alguém está “decidindo” se v. vai viver ou morrer?

“Meus caros alunos e professores, milhares de crianças estão exatamente agora nessa situação. Alguém está decidindo ‒ e sem sequer conhecê-las ‒ sua vida ou sua morte. Esse alguém é mãe deles. E a ‘escolha’ é o aborto”.

Lia escolheu o tema contra a opinião da mãe, como esta contou. A professora era uma feminista abortista (pelo direito de decidir), mas teve que ceder diante da convicção pura e corajosa da aluna.

O painel de juízes da escola não queria aceitar o tema. Até um dos juízes abandonou a sala em ato de protesta e apresentou renúncia.

Lia não arredou. É verdade que tinha o apoio entusiasta e unânime dos alunos e muitos professores. Afinal o seu trabalho foi considerado.

Ela acabou levando o primeiro prêmio, fato que a qualifica para entrar no concurso regional.

A professora abortista, reconheceu que “Lia me fez refletir verdadeiramente”.

“Bem-aventurados os que têm fome e sede de Justiça”; “Bem-aventurados os corações puros!”; “Se vós não anunciardes a verdade eu farei falar as pedras!”; “Se vós não vos tornardes como estas crianças, vós não entrareis no Reino dos Céus!”

Ensinamentos divinos como estes vieram à cabeça de inúmeras pessoas que viram o vídeo . E realmente não fica muito mais para dizer. Outras fontes: LifeSiteNews;Catholic onlineForum Catholique (em francês).

Entrementes, cabe uma pergunta: o que é que houve que na geração dos pais ‒ e até avós ‒ de Lia, o fato de ser abortista fazia bonito e agora nas novas gerações causa horror?

Em poucas décadas, o mundo virou de ponta cabeça.

Já não são as aliás bem envelhecidas “Católicas pelo Direito de Decidir”, lideradas por uma ex-freira, que representam as tendências com futuro.

Nem quando são apoiadas astutamente por algum que outro teólogo pífio ou algum padre progressista

 

Divórcio causa danos indeléveis à saúde

Divórcio causa danos indeléveis à saúde, diz estudo americano

    O divórcio causa uma deterioração da saúde física dos conjugues que não se recupera totalmente, ainda quevoltem a casar, constatou estudo publicado pela revista científica “The Journal of Health and Social Behavior”, informaram “The New York Times” e “La Nación”.

 

 

 

     Linda White, professora de sociologia da Universidade de Chicago e co-autora do estudo, observou do divorciado: “a pessoa não dorme bem, a dieta piora, não dá para fazer ginástica, a pessoa não quer ou não pode ver os amigos. É todo um pacote de dados negativos”.

     O estudo foi nacional e consultou 8.652 homens e mulheres com idades entre 50 e 60 anos. Os resultados apontaram que o stress físico causado pela perda do matrimônio persiste ainda quando as feridas emocionais parecem ter sarado.

     Homens e mulheres que divorciaram acusaram um 20% a mais de problemas crônicos de saúde, como complicações cardíacas, diabetes ou câncer, se comparados com os que continuavam casados. Também tinham maiores problemas de mobilidade.

     As pessoas que tentaram um segundo matrimônio ainda acusavam um 12% a mais de problemas crônicos de saúde e um 19% a mais de dificuldades de mobilidade.

     O segundo matrimonio tampouco cura as feridas emocionais. Aqueles que o tentaram manifestavam mais sintomas depressivos que aqueles que seguiam casados.

      A Universidade de Ohio realizou uma série de experiências para determinar a relação entre brigas maritais e resposta imunológica, medida pelo tempo que uma ferida pede para cicatrizar.

      Após uma briga entre marido e mulher, os ferimentos demoravam um dia a mais para sarar. Porém, nos casais com maiores níveis de hostilidade, as feridas tomavam mais dois dias do que os casais menos briguentos

Lituânia: governo proíbe promoção do homossexualismo nas escolas

 

Escolas mais seguras na Lituânia: governo proíbe promoção da violência e do homossexualismo 

O Parlamento da Lituânia aprovou lei que proíbe a promoção da violência, do suicídio, do homossexualismo, da poligamia e outras condutas negativas para a saúde mental, física, intelectual e moral da juventude nas escolas e na mídia, informouLifeSiteNews.

O projeto já tinha sido aprovado, mas o presidente da República cedeu às pressões de Amnesty International e ONGs homossexuais e vetou. O projeto voltou ao Parlamento, onde foi aprovado por uma esmagadora maioria que inviabilizou o veto.

Para os líderes homossexuais foi uma “terça-feira negra” que institucionalizou a “homofobia”.

O novo presidente, Dalia Grybauskait, ficou obrigado pela Constituição a assinar a lei, embora, ela pessoalmente se oponha virulentamente a vontade dos representantes populares.

Pelo outro lado, o deputado Jaroslaw Narkiewicz disse ao diário católico polonês “Nasz Dziennik” que os “membros do Parlamento concluíram que as condutas que têm um efeito destrutivo nas crianças não podem ser toleradas.” Ele acrescentou que hoje a mídia promove essas condutas aberrantes.

“O fato de que esse tipo de condutas é contra a lei natural e contra o cristianismo, é largamente ignorado” pela mídia,  completou.