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Abandonou a fama da TV para ser mãe

 

Por que Maria Mariana preferiu casamento e filhos à “fama” da TV e do teatro


     A escritora Maria Mariana escandalizou o feminismo, que, aliás, anda bem na mídia, mas mal na vida real. Maria Mariana abandonou a fama do teatro e da TV para ser mãe de quatro filhos. Agora lançou o livro “Confissões de mãe”.

    Em entrevista à revista   “Época”  explicou que “o fato de eu adorar ser mãe” lhe rendeu muitas qualidades.

    Ela explicou por que se desinteressou pela “fama”: “Eu sonhava com uma enorme mesa de família com aquela macarronada no domingo. Eu queria mudar de degrau, mudar de história.”

    Ela elogia o parto normal porque predispõe a ser uma “mãe melhor. Todos falam do nascimento do bebê, mas esquecem que a mãe também nasce naquela hora”.

    “Amamentar não é um detalhe, diz ela, é para a mãe que merece. Há mulheres que passam nove meses no shopping, comprando roupinhas, aí depois marcam a cesárea e pronto. Aí sabe o que acontece? Elas têm depressão pós-parto.”

    Para espanto das decadentes feministas hodiernas, ela continuou: “Não acredito na igualdade entre homens e mulheres. O homem tem uma função no mundo e a mulher tem outra. Homem e mulher estão no mesmo barco, no mesmo mar.

    “Há ondas, tempestades, maremotos. Alguém precisa estar com o leme na mão. Os dois, não dá.

    “Deus preparou o homem para estar com o leme na mão. Porque ele é mais forte, tem raciocínio mais frio. A mulher tem mais capacidade de olhar em volta, ver o todo e desenvolver a sensibilidade para aconselhar.

“A mulher pode dirigir tudo, mas o lugar dela não é com o leme.”

Ambiente privilegiado da Família

 

 

Ambiente privilegiado da família
“O que mais vale é a herança espiritual, transmitida não tanto por esses misteriosos liames da geração material, quanto pela ação permanente daquele ambiente privilegiado que constitui a família.

“Com a lenta e profunda formação das almas, na atmosfera de um lar rico de altas tradições intelectuais, morais e sobre tudo cristãs; com a mútua influência existente entre os que moram numa mesma casa.

“Influência esta cujos benéficos efeitos se prolongam para muito além dos anos da infância e da juventude, até alcançar o termo de uma longa vida naquelas almas eleitas que sabem fundir em si mesmas os tesouros de uma preciosa hereditariedade com o contributo das suas próprias qualidades e experiências.

“Tal é o património, mais do que todos precioso, que, iluminado por firme Fé, vivificado por forte e fiel prática da vida cristã em todas as suas exigências, elevará, aprimorará, enriquecerá as almas dos vossos filhos”.

(Fonte: S.S. Pio XII, discurso ao Patriciado e à Nobreza Romana, 5 de janeiro de 1941)

O vídeo pro-vida que está abalando EUA e Canadá

 

 Ela é uma mocinha. É canadense, tem 12 anos e seu nome é Lia.

Sua escola em Toronto propôs um trabalho competição para os estudantes: fazer um vídeo em casa. E ela ganhou o primeiro lugar.

Porém, suscitou uma “controvérsia assombrosa”. Pois ela escolheu o tema do aborto. E o fez com uma desenvoltura e uma precisão de conceitos pela vida que é de deixar pasmo.

O seu trabalho já foi visionado mais de 200.000 vezes, (874.571 no momento que escrevemos. Pode ser ainda visto em Youtube (em inglês, mas com direito a legendas em português). (Obs.: se v. estiver logado em outra língua que não for inglês, precisa sair).

Ela começou com clareza dizendo: “o que é que você acharia se te dizem agora que alguém está “decidindo” se v. vai viver ou morrer?

“Meus caros alunos e professores, milhares de crianças estão exatamente agora nessa situação. Alguém está decidindo ‒ e sem sequer conhecê-las ‒ sua vida ou sua morte. Esse alguém é mãe deles. E a ‘escolha’ é o aborto”.

Lia escolheu o tema contra a opinião da mãe, como esta contou. A professora era uma feminista abortista (pelo direito de decidir), mas teve que ceder diante da convicção pura e corajosa da aluna.

O painel de juízes da escola não queria aceitar o tema. Até um dos juízes abandonou a sala em ato de protesta e apresentou renúncia.

Lia não arredou. É verdade que tinha o apoio entusiasta e unânime dos alunos e muitos professores. Afinal o seu trabalho foi considerado.

Ela acabou levando o primeiro prêmio, fato que a qualifica para entrar no concurso regional.

A professora abortista, reconheceu que “Lia me fez refletir verdadeiramente”.

“Bem-aventurados os que têm fome e sede de Justiça”; “Bem-aventurados os corações puros!”; “Se vós não anunciardes a verdade eu farei falar as pedras!”; “Se vós não vos tornardes como estas crianças, vós não entrareis no Reino dos Céus!”

Ensinamentos divinos como estes vieram à cabeça de inúmeras pessoas que viram o vídeo . E realmente não fica muito mais para dizer. Outras fontes: LifeSiteNews;Catholic onlineForum Catholique (em francês).

Entrementes, cabe uma pergunta: o que é que houve que na geração dos pais ‒ e até avós ‒ de Lia, o fato de ser abortista fazia bonito e agora nas novas gerações causa horror?

Em poucas décadas, o mundo virou de ponta cabeça.

Já não são as aliás bem envelhecidas “Católicas pelo Direito de Decidir”, lideradas por uma ex-freira, que representam as tendências com futuro.

Nem quando são apoiadas astutamente por algum que outro teólogo pífio ou algum padre progressista

 

Divórcio causa danos indeléveis à saúde

Divórcio causa danos indeléveis à saúde, diz estudo americano

    O divórcio causa uma deterioração da saúde física dos conjugues que não se recupera totalmente, ainda quevoltem a casar, constatou estudo publicado pela revista científica “The Journal of Health and Social Behavior”, informaram “The New York Times” e “La Nación”.

 

 

 

     Linda White, professora de sociologia da Universidade de Chicago e co-autora do estudo, observou do divorciado: “a pessoa não dorme bem, a dieta piora, não dá para fazer ginástica, a pessoa não quer ou não pode ver os amigos. É todo um pacote de dados negativos”.

     O estudo foi nacional e consultou 8.652 homens e mulheres com idades entre 50 e 60 anos. Os resultados apontaram que o stress físico causado pela perda do matrimônio persiste ainda quando as feridas emocionais parecem ter sarado.

     Homens e mulheres que divorciaram acusaram um 20% a mais de problemas crônicos de saúde, como complicações cardíacas, diabetes ou câncer, se comparados com os que continuavam casados. Também tinham maiores problemas de mobilidade.

     As pessoas que tentaram um segundo matrimônio ainda acusavam um 12% a mais de problemas crônicos de saúde e um 19% a mais de dificuldades de mobilidade.

     O segundo matrimonio tampouco cura as feridas emocionais. Aqueles que o tentaram manifestavam mais sintomas depressivos que aqueles que seguiam casados.

      A Universidade de Ohio realizou uma série de experiências para determinar a relação entre brigas maritais e resposta imunológica, medida pelo tempo que uma ferida pede para cicatrizar.

      Após uma briga entre marido e mulher, os ferimentos demoravam um dia a mais para sarar. Porém, nos casais com maiores níveis de hostilidade, as feridas tomavam mais dois dias do que os casais menos briguentos

A palavra mãe é a quintessência da família

 

 

“A palavra família indica uma pluralidade de pessoas. Mas há uma palara que indica uma pessoa só, uma palavra de especial significado: mãe. Mãe é a quintessência da família, porque é a quintessência do amor e do afeto, e nessas condições a quintessência da bondade e da misericórdia.
Desta maneira, a alma em contato com a mãe começa a compreender o que é a bondade que não se cansa, o que é a graça, o favor, o amor que não se exaure, o que é aquela forma de afeto materno que faz com que a mãe nunca ache que é tedioso estar com o filho, nunca ache que é monótono estar com ele. Ter seu filho nos braços, brincar com ele, soltá-lo no chão, vê-lo correr de um lado para outro, ser importunada por ele incontáveis vezes durante o dia com perguntinhas, com brinquedinhos, para a boa mãe é a alegria da vida.

Se alguém, na entrada desta vida, percebe o que é a alegria de uma boa mãe, compreende que a vida na Terra pode ser muito difícil, mas que enquanto conservar a recordação de sua mãe, conservará a recordação paradisíaca da sua infância.

Conservando esta recordação, conserva a esperança do Paraíso celeste, onde a boa mãe vai-nos receber, e nós compreendemos através disso tudo quanto é Nossa Senhora Auxiliadora para nós”.
Plinio Corrêa de Oliveira

 Revista Catolicismo 

Carta aberta contra o casamento homosexual

Carta aberta

 Aos Exmos. Srs. Deputados da Assembleia da República

 

                                                                                                                                                                Lisboa, 7 de Janeiro de 2009

 Senhores(as) Deputados(as),

 Na terça-feira (dia 5), a imprensa noticiou que a maioria de esquerda se prepara para chumbar no Parlamento a proposta de um referendo sobre o “casamento” entre homossexuais.

 Esse anúncio deu-se exactamente no dia em que foi entregue ao Presidente da Assembleia da República uma petição de 90.785 subscritores, solicitando que os portugueses sejam directamente consultados a respeito de um projecto legislativo, que abala no seu cerne os princípios fundamentais sobre os quais assenta a sociedade portuguesa, em particular, no que diz respeito à instituição da Família.

 O anúncio da recusa sumária à possibilidade de um referendo é de molde a causar um choque, pela desconsideração e intransigência que revela por parte de um órgão de soberania, cuja principal preocupação, num regime que se diz democrático, deve ser a de auscultar cuidadosamente as disposições da opinião pública nacional.

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