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Lituânia: governo proíbe promoção do homossexualismo nas escolas

 

Escolas mais seguras na Lituânia: governo proíbe promoção da violência e do homossexualismo 

O Parlamento da Lituânia aprovou lei que proíbe a promoção da violência, do suicídio, do homossexualismo, da poligamia e outras condutas negativas para a saúde mental, física, intelectual e moral da juventude nas escolas e na mídia, informouLifeSiteNews.

O projeto já tinha sido aprovado, mas o presidente da República cedeu às pressões de Amnesty International e ONGs homossexuais e vetou. O projeto voltou ao Parlamento, onde foi aprovado por uma esmagadora maioria que inviabilizou o veto.

Para os líderes homossexuais foi uma “terça-feira negra” que institucionalizou a “homofobia”.

O novo presidente, Dalia Grybauskait, ficou obrigado pela Constituição a assinar a lei, embora, ela pessoalmente se oponha virulentamente a vontade dos representantes populares.

Pelo outro lado, o deputado Jaroslaw Narkiewicz disse ao diário católico polonês “Nasz Dziennik” que os “membros do Parlamento concluíram que as condutas que têm um efeito destrutivo nas crianças não podem ser toleradas.” Ele acrescentou que hoje a mídia promove essas condutas aberrantes.

“O fato de que esse tipo de condutas é contra a lei natural e contra o cristianismo, é largamente ignorado” pela mídia,  completou.

Carta aberta contra o casamento homosexual

Carta aberta

 Aos Exmos. Srs. Deputados da Assembleia da República

 

                                                                                                                                                                Lisboa, 7 de Janeiro de 2009

 Senhores(as) Deputados(as),

 Na terça-feira (dia 5), a imprensa noticiou que a maioria de esquerda se prepara para chumbar no Parlamento a proposta de um referendo sobre o “casamento” entre homossexuais.

 Esse anúncio deu-se exactamente no dia em que foi entregue ao Presidente da Assembleia da República uma petição de 90.785 subscritores, solicitando que os portugueses sejam directamente consultados a respeito de um projecto legislativo, que abala no seu cerne os princípios fundamentais sobre os quais assenta a sociedade portuguesa, em particular, no que diz respeito à instituição da Família.

 O anúncio da recusa sumária à possibilidade de um referendo é de molde a causar um choque, pela desconsideração e intransigência que revela por parte de um órgão de soberania, cuja principal preocupação, num regime que se diz democrático, deve ser a de auscultar cuidadosamente as disposições da opinião pública nacional.

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