“Revolução da modéstia” das jovens americanas espanta velhas

É a “revolução da modéstia”: as moças querem ser delicadas e não serem meros objetos de atração carnal. O impacto é direto na moda e nos modos de se vestir: fora os decotes exagerados, camisetas curtas, etc. O “new look” inclui a abstinência sexual pre-matrimonial. O diretor da revista “Lucky”, Allyson Waterman, qualifica a tendência de “contragolpe” em relação aos modelos que vêm de Hollywood.
Há programas que encorajam as adolescentes a viver e se vestir como filhas de Deus, com bom gosto e distinção. Eles incluem boas maneiras, modas, se maquiar e falar em público. Milhares de moças querem se sentir mulheres e não objetos descartáveis que se usa e joga fora. Na maioria das vezes a religião motiva essas moças. A jornalista Wendy Shalit, uma ex-feminista, acaba de escrever o livro “As meninas estão ficando delicadas” após o sucesso de “Um retorno à modéstia”.

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